Lilian Nanami Personal Trainer
Este blog é direcionado à todas as pessoas que buscam inspiração para melhorar a sua qualidade de vida com hábitos saudáveis, como a prática de atividades físicas bem orientada por um profissional qualificado. Você que busca uma vida mais equilibrada e um corpo bonito e inteligente, encontrará aqui dicas de saúde e conhecerá um pouco mais sobre o meu trabalho.
segunda-feira, 14 de março de 2011
terça-feira, 23 de novembro de 2010
II Etapa Circuito Vênus SP 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Lesões por Overuse, Supertreinamento ou Overtraining
Overuse, Supertreinamento ou Overtraining significam excesso de treinamento. Apesar do treinamento intenso, atletas e praticantes de algum tipo de treinamento físico exagerado podem apresentar um declínio inexplicável do desempenho, o que tem sido atribuído a causas psicológicas e fisiológicas. Quando a carga de treinamento é muito intensa ou o volume de treinamento ultrapassa a capacidade do corpo de recuperação e de adaptação, o organismo apresenta mais catabolismo (degradação) do que anabolismo (acúmulo).
Algumas atividades como a corrida têm sido referidas como geradora de diversas formas de síndrome de overuse, isto é, definida com ocorrências de lesões de joelho, tornozelo, quadril e coluna lombar. A frequencia e a prevalência das Síndromes por Overuse diagnosticadas, e algumas vezes tratadas são em sua maioria um fenômeno que vem ocorrendo e aumentando em todos os indivíduos que iniciam alguma atividade esportiva.
A Síndrome por Overuse é um processo, e não um evento, e representa o resultado de um conflito básico entre a mente e corpo, afetando o sistema músculo-esquelético, atingindo diretamente a frequência e a intensidade do exercício.
O conceito de tecido normal, inicialmente lesionado por estresse anormal é completamente aceito pela maioria dos fisiopatologistas, que indicam este processo como sendo a causa mais comum das Síndromes por Overuse. Mas, ocasionalmente, podemos observar no atleta, um fenômeno inverso, a ocorrência de um estresse normal, mas em um tecido anormal. Deficiências ou anormalidades congênitas, fraqueza pós-lesão, ou outros tipos de assimetrias físicas ou estruturais, podem predispor uma pessoa a desenvolver problemas por overuse ou aumentar o risco de desenvolver alguma lesão. Por isso tudo, é imprescindível que se faça uma Avaliação Física completa prévia antes do início do treinamento e supervisão constante de um profissional de Educação Física, respeitando assim, todos os princícios do Treinamento.
Algumas atividades como a corrida têm sido referidas como geradora de diversas formas de síndrome de overuse, isto é, definida com ocorrências de lesões de joelho, tornozelo, quadril e coluna lombar. A frequencia e a prevalência das Síndromes por Overuse diagnosticadas, e algumas vezes tratadas são em sua maioria um fenômeno que vem ocorrendo e aumentando em todos os indivíduos que iniciam alguma atividade esportiva.
A Síndrome por Overuse é um processo, e não um evento, e representa o resultado de um conflito básico entre a mente e corpo, afetando o sistema músculo-esquelético, atingindo diretamente a frequência e a intensidade do exercício.
O conceito de tecido normal, inicialmente lesionado por estresse anormal é completamente aceito pela maioria dos fisiopatologistas, que indicam este processo como sendo a causa mais comum das Síndromes por Overuse. Mas, ocasionalmente, podemos observar no atleta, um fenômeno inverso, a ocorrência de um estresse normal, mas em um tecido anormal. Deficiências ou anormalidades congênitas, fraqueza pós-lesão, ou outros tipos de assimetrias físicas ou estruturais, podem predispor uma pessoa a desenvolver problemas por overuse ou aumentar o risco de desenvolver alguma lesão. Por isso tudo, é imprescindível que se faça uma Avaliação Física completa prévia antes do início do treinamento e supervisão constante de um profissional de Educação Física, respeitando assim, todos os princícios do Treinamento.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Treinamento de Força e Core 360 (Método de Treinamento Funcional) em adultos mais velhos



Alterações da Força e da Capacidade Funcional com o Envelhecimento
A força máxima de uma pessoa diminui de forma constante com o envelhecimento e isto ocorre em consequência das diminuições, tanto da atividade física, quanto da massa muscular. No entanto, o nível de força necessário para satisfazer às demandas diárias do cotidiano permanece inalterado durante a vida. Por exemplo: a capacidade de mudar da posição sentada para a posição em pé é comprometida em torno dos 50 anos de idade e, por volta dos 80 anos, essa tarefa torna-se impossível para algumas pessoas. O Treinamento de força pode reduzir a perda de massa muscular, manter ou aumentar a área transversa das fibras musculares de homens e mulheres mais velhos, reduzindo o impacto do envelhecimento sobre o desempenho. (Wilmore & Costill, 2001)
É interessante relembrar também que a funcionalidade esteve presente em todos os momentos da evolução humana. O homem sempre precisou desempenhar com eficiência as tarefas do dia-a-dia, garantindo assim a sua sobrevivência em situações, muitas vezes, extremamente adversas. Com a evolução tecnológica, a facilidade e o conforto para a realização de ações que antes eram essencialmente físicas tornaram o homem menos funcional. O Core 360, que é um novo método de Treinamento Funcional, tem como objetivo resgatar, através de um programa de treinamento individualizado e específico, a capacidade funcional do homem moderno (amplamente diminuída no adulto mais velho), independente de seu nível de condição física e das atividades que ele desenvolva. Qualidades físicas como força, velocidade, equilíbrio, coordenação, flexibilidade e resistência são integradas de forma a proporcionar ganhos significativos de performance para o indivíduo em sua atividade específica do dia-a-dia ou de uma modalidade esportiva.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Benefícios do exercício resistido em crianças e adolescentes


O treinamento de força com ou sem o uso de aparelhos ou com o próprio peso do corpo está se tornando cada vez mais popular dentro das escolas, porém, existem profissionais da área de educação física, bem como os próprios pais das crianças e adolescentes, que mantêm certas reservas quanto a este tipo de método de treinamento, devido a alguns conhecimentos populares que afirmam que este tipo de exercício é ineficaz e perigoso quando aplicado ainda na infância, mas felizmente, através de uma busca na literatura específica e científica das áreas afins, observou-se que programas de treinamento de força, ou seja, programas de treinamento resistido ou com peso, quando devidamente planejados, os benefícios são muitos e o risco de lesões é praticamente inexistente (Hoffman, 2002; Blimkie, 1993; Fleck, 1999; Kraemer, 2001; Falk & Tenenbaum, 1996)


Impacto da atividade física no desenvolvimento ósseo
Durante a atividade física, a contração muscular promove um aumento da atividade osteoblástica na região óssea próxima aos locais onde os músculos se inserem, levando ao aumento da mineralização óssea, ou seja aumento da densidade mineral óssea (Silva & Goldberg, 2003). Por outro lado, a ausência de contração muscular, como nas situações de imobilização (por exemplo, paraplegia, fraturas) e de força gravitacional (por exemplo, vôos espaciais), causa significativa perda óssea (Eliakim & Beyth, 2003).
Os mecanismos de carga impostos pelos exercícios aumentam a densidade mineral óssea independentemente do sexo e da idade de quem os pratica. Porém, o exercício físico realizado próximo ao pico máximo da velocidade de crescimento, ou seja, no início da puberdade, é mais efetivo para potencializar o ganho de massa óssea. Os efeitos osteogênicos dos exercícios dependem ainda da magnitude da carga e da freqüência de aplicação que, quando repetidas, resultam em hipertrofia óssea. Dessa forma, atividade física regular durante a infância e adolescência pode atuar na prevenção de distúrbios ósseos, como a osteoporose (Silva & Goldberg, 2003).
Os mecanismos de carga impostos pelos exercícios aumentam a densidade mineral óssea independentemente do sexo e da idade de quem os pratica. Porém, o exercício físico realizado próximo ao pico máximo da velocidade de crescimento, ou seja, no início da puberdade, é mais efetivo para potencializar o ganho de massa óssea. Os efeitos osteogênicos dos exercícios dependem ainda da magnitude da carga e da freqüência de aplicação que, quando repetidas, resultam em hipertrofia óssea. Dessa forma, atividade física regular durante a infância e adolescência pode atuar na prevenção de distúrbios ósseos, como a osteoporose (Silva & Goldberg, 2003).
Embora o treinamento com pesos bem orientado seja bastante seguro para crianças, não existem razões para que o mesmo seja estimulado como conduta geral para a população infantil, mas nos casos de terapia física, reabilitação e como opção de atividade física para crianças sedentárias e geralmente com personalidade introvertida, não há razão pela qual os exercícios com pesos não possam ser utilizados e deve ser apenas uma parte de um programa de condicionamento físico global que desenvolvam outras capacidades como: aptidão cardiorrespiratória, flexibilidade, agilidade, coordenação motora e equilíbrio.
Assinar:
Postagens (Atom)